poeminhas p/matar o tempo e distrair dor de dente.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Postagem ao som da música Milagreiro – Djavan e Cássia Eller [OuçAquiÓ] - YELLOW by andré luís gabriel

JOANINHA

Minúscula cor equilibrista
que leve arrepia

em meu (a)braço
muitos pêlos.

- Pelo levitar de folhas em minha memória. Entre...

Para você uma flor
resta

: de preciosas e cálidas lembranças - cócega-viva! :

Belísssima cabeça dotada de cor branca,
que antes de alçar voo no mistério tirou o chapéu e espalhou letras no meu presente.

No centro mandálico
de minha retina-orobórica-corcélica.

Druídica Asa Delta.
Esbelta, Celta

sumiu no eter,
no invisível jardim...

Alquimista-violeiro-poeta misturou
grão de necessário sal

no que hoje é brilhante sol
refletido no largo em meu olhar.

Flor-de-lotus - fel transmutado em mel (e vício-verso).
...
Para meu amigo Nel Meirelles que "foi-ce" antes do combinado. Foi ele que ensiou-me a postar poemas ao som de alguma música. Aos vivos ele deixou belos poemas que ainda estão vivíssimos balangando na rede - LeiAquiÓ - O POETA ESTÁ VIVO!!! É TODO OFERTÓRIO EM SUA SAUDADE ANUNCIADA!!!

17 Comments:

Anonymous andré gabriel said...

beleza de espaço! preciso caminhar por aqui com mais tempo e mais asas. grande abraço, pão e poesia.

quinta-feira, novembro 22, 2007 1:54:00 PM  
Anonymous Júlio Castro said...

olha só!
ventos de asas de joaninha me trouxeram de volta.
tô voltando aos poucos depois da pena travada.

senti saudade imensa daqui!

abraço do amigo de cá pro amigo daí!

quinta-feira, novembro 22, 2007 6:04:00 PM  
Anonymous Anônimo said...

lindolindolindo!
vc é especial, Diovvani!
alguns amigos nos ensinam coisas que não esqueceremos jamais. tem amigo que vai e continua ensinando.
beijo grande pra vc!
Maria Cláudia

quinta-feira, novembro 22, 2007 9:38:00 PM  
Blogger Clóvis said...

Sementes germinando presságios, poesia que fica no ar...


Meu abraço!

sexta-feira, novembro 23, 2007 4:14:00 PM  
Blogger Jacinta said...

Que caminhos bonitos encontrei por aqui. Fiz uma paradainha para refrescar e encontro essa "minúscula cor equilibrista que me arripia". Simplesmente...
Fascinante.Bom aportar por aqui.

Jacinta Dantas

sexta-feira, novembro 23, 2007 4:19:00 PM  
Anonymous marcos pardim said...

só mesmo os que se sabem protegidos de um santeiro milagreiro são capazes de fazer de nossos vícios, versos... dá-lhe, diovvani. 1 abraço

sexta-feira, novembro 23, 2007 4:45:00 PM  
Anonymous Bambuoco said...

renascimento
uma folha seca cinza
espera em calma
o instante
de reverdejar a vida

(Nel Meirelles)

Seja a "vida" onde for ... que clareie e gireosol de lembranças...

E carinhosamente, em amarelo luz , inté !

sexta-feira, novembro 23, 2007 6:46:00 PM  
Anonymous paulo vigu said...

Sua plantação de girassóis deve ser morada de todas as joaninhas do mundo, além da homenagem que você faz ao poeta. Você segue o ofício e faz falta lá no rio daqui. Apareça. Abraço no dono da casa.

sexta-feira, novembro 23, 2007 6:49:00 PM  
Blogger Luzzsh said...

Exatamente,
no meu presente,
é tu quem espalha as letras.
Em mim. Adorei o poema. Bjs.

domingo, novembro 25, 2007 7:01:00 PM  
Blogger Maria said...

Lindo, lindo !!!

Ahh...também quero aprender como fazer pra colocar música tb...

terça-feira, novembro 27, 2007 4:21:00 PM  
Blogger Nilson Barcelli said...

Mais um soberbo poema, com a chancela da excelência literária "Diovvani Mendonça".
Diovvani, você já não é só um poeta, é uma referência, uma marca, uma chancela...

Bom fim de semana. Abraço,

sábado, dezembro 01, 2007 11:04:00 AM  
Blogger Múcio L Góes said...

há certas saudades que são éter na mente, e vicio, e verso.

bjo os dois.


ps: irmão, mandei trocentos mails pra vc essa semana... viu algum?

[]´s

domingo, dezembro 02, 2007 4:52:00 PM  
Blogger L. Rafael Nolli said...

Meu camarada, como interiorano, cresci cercado de joaninhas. Hoje em dia são raras. Quase nunca se vê uma por aqui. Deve ser o uso abusivo de agrotóxico nas plantações de girassol - hoje se fala em plantação institucionalizada; na minha infância os girassóis nasciam na horta, sem nenhum problema com a receita federal, ou com os burocratas das floriculturas! Cara, um poema sonoro, desses que se lê com o maior prazer!

segunda-feira, dezembro 03, 2007 10:42:00 AM  
Blogger L. Rafael Nolli said...

Ah, não posso deixar de comentar a tua presença no Trilhas, organizado pela Loba! Show de bola! Que livro, hein! Estou muito animado!

segunda-feira, dezembro 03, 2007 11:07:00 AM  
Blogger Saramar said...

Que lindo!
Lembrei-me também de Nel no aniversário do dia em que ele foi encantar por outros lados.


Você é especial, sempre, de todo jeito! Que bom ter voltado.

beijos

quarta-feira, dezembro 05, 2007 10:36:00 PM  
Blogger Clauky Saba said...

hei poeta Dio!

adorei sua joaninha de chapéu!

saudades.

ando ausente do blog pois estou cuidando do meu livro...

quanto tempo!
quanto tempo?
tempo quanto...

adorei sua joaninha de chapéu rs.

saudades!

parabéns pelo projeto "pão e poesia"

saudades de novo

ah! adorei sua homenagem ao Nel, que foi-ce à francesa...

bjo
clauky saba

segunda-feira, fevereiro 04, 2008 3:41:00 PM  
Blogger Loba said...

tou vindo lá de cima. parei aqui pra fazer da sua a minha homenagem. Nel ensinou-nos a todos. a cada um deixou um pedacinho de si em sua poesia.
um beijo, meu amigo.

domingo, fevereiro 24, 2008 6:17:00 AM  

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